Friday, October 14, 2011

Termos Financeiros

Ação:
Título representativo de uma fração do capital social de uma companhia. As ações, conforme a natureza dos direitos ou vantagens que confiram a seus titulares, são ordinárias, preferenciais ou de fruição. Todas as ações devem ser emitidas e circular sob a forma nominativa.

Aceite:
Declaração que o devedor em um título de crédito assina, concordando com os termos do mesmo título (valor, vencimento e praça de pagamento) e reconhecendo a dívida adquirida.

Amortização:
Redução gradual do principal (valor nominal da dívida, sem contar os juros) de uma dívida por meio de pagamentos periódicos combinados entre o credor e o devedor.

Alocação de recursos:
Diz respeito às decisões quanto à utilização dos recursos (ou seja, "para onde vão"), especialmente na aquisição e combinação dos diversos insumos necessários à prestação de serviços.

Análise de eficiência:
Trata-se de conseguir a realização de um determinado trabalho de forma correta, com custo e tempo menores.
É a proporção do custo total (dinheiro) e recursos escassos (tempo) que pode ser relacionada com o benefício atualmente realizado.

Análise de produtividade:
É a relação entre o valor dos produtos obtidos e os meios utilizados nessa produção.
Produtividade tem uma relação entre a pro dução obtida e o número de pessoas empregadas para gerar essa produção.
Num sentido mais técnico, a produtividade é entendida como a relação entre a produção obtida por unidade produtiva, num período determinado, e os insumos para tanto utilizados.

Análise financeira:
São necessários instrumentos de análise das demonstrações para que certos aspectos mais importantes possam ser analisados com maio res detalhes.
A análise vertical e horizontal são instrumentos dessa análise financeira.

Ativo:
Registra os bens e direitos dos serviços, isto é, o que ele já possui e o que ele tem a receber.

Auditoria:
É um exame pericial, total ou parcial, executado por um auditor, das finanças e do capital de uma instituição, numa data determinada, bem como exame das transações financeiras durante o período fiscal que termina nessa data.
Tem como objetivo a comprovação das operações contábeis por meio desse exame analítico e pericial.

Capital:
Fundo de longo prazo com o qual a empresa é financiada OU é a soma de todos os recursos, bens e valores, mobilizados para a construção de uma empresa.

Cash:
Dinheiro contado à vista; pagamento em dinheiro.
CASH BASIS – venda à dinheiro
CASH DISCOUNT – desconto para pagamento à vista.

Commodity:
Nas relações comerciais internacionais, o termo designa um tipo particular de mercadoria em estado bruto ou produto primário de importância comercial, como é o caso do café, algodão, estanho, cobre...

Capital de giro:
É o conjunto de valores necessários para a empresa fazer seus negócios acontecerem (girar).

Centros de custo:
Classificam-se em produtivos e administrativos e, eventualmente, em auxiliares.
Em empresas comerciais os custos são analisados sob dois aspectos (fixos e variáveis).

Centros de custo produtivo:
São aqueles setores da empresa onde se processa a fabricação dos produtos.

Centros de custo administrativo:
São os setores que executam atividades de caráter gerencial ou administrativo da empresa.

Conta:
Registro do movimento de depósitos e retiradas.

Controle financeiro:
Consiste, basicamente, em comparar o que foi previsto/ planejado com o que está sendo realizado, isto é, se as metas estão sendo atingidas.

Custo:
Valor dos bens ou serviços consumidos ou aplicados em um período definido para produzir outros bens ou serviços nesse mesmo período.
É o valor de todos os recursos utilizados na produção e distribuição de bens e serviços.

Custo de oportunidade:
O reconhecimento do valor de um bem ou serviço pode ser medido em termos de ser esse valor a sua melhor alternativa de uso.

Custo marginal:
É a mudança do custo total resultante do incremento da produção de mais uma unidade do produto.
Acréscimo no custo total resultante do incremento de uma unidade no volume de produção.

Custo médio:
É o quociente que se obtém ao dividir o custo total de produção de um bem, produto ou resultado pelo número de unidades produzidas ou serviços prestados.

Custo padrão:
Calcula antecipadamente, com base na experiência passada e nos objetivos fixados para o período atual, os custos que devem ocorrer no período.
À medida de sua ocorrência, os custos reais e históricos são registra dos e comparados com os custos padrões, e as variações encontradas são analisadas.
Esse custo permite que a análise dos custos seja feita imediatamente após sua ocorrência e não depois de um período mais ou menos longo.

Custos diretos:
São aqueles incorridos com a organização e operacionalização de determinado produto/serviço.

Custos fixos:
São aqueles que não variam devido às alterações do nível de pro dução da empresa, ou seja, dentro de um mês ou outra unidade de tempo, assumem determinado valor independentemente de nesse mesmo período a empresa ter um nível maior ou menor de atividade.

Custos indiretos:
São os gastos fixos que não variam com o volume de produção.

Custos semifixos e semivariáveis:
Alguns custos apresentam um comportamento, a curto prazo, que pode ser decomposto em duas parcelas: um componente fixo e outro variável.
A reunião desses componentes resulta num comportamento misto cuja denominação é "semifixo" ou "semivariável".

Custos totais:
É a soma dos custos fixos e variáveis da empresa; podem ser separados em dois tipos: custos diretos, que incidem diretamente sobre o bem ou o serviço produzido e são facilmente identificáveis e atribuíveis ao bem ou serviço em questão, e os indiretos, que são relativos a um grupo de bens ou serviços, ou a todos eles, e que são de atribuição mais difícil.

Custos variáveis:
São aqueles que, dentro de certo mês, ou outra unidade de tempo, têm o valor total determinado exatamente como decorrência direta do nível de atividade da empresa.
A classificação variável aplica-se ao custo que demostra um comportamento que depende exclusivamente das variações do nível de produção.
Depreciação: significa a perda de eficiência funcional ou valor dos bens, como máquinas, instalações, veículos, etc.
Para a economia, a depreciação está intimamente ligada à idéia de diferença entre valores.
Para a contabilidade, a depreciação é um custo amortizado.

Despesa / Débito:
O valor despendido na aquisição de um bem ou na prestação de um serviço; implica necessariamente um dispêndio de dinheiro.
Em uma transação financeira, débito é uma movimentação em que o saldo é negativo.

Fluxo de caixa:
Refere-se ao montante de caixa recebido e gasto por uma empresa durante um período de tempo definido, algumas vezes ligado a um projeto específico.

Insumos:
São recursos ou matérias-primas.
Os insumos incluem recursos huma nos, materiais médicos ou hospitalares, equipamentos e instalações e a tecno logia para operá-los; eles têm, necessariamente, um custo, mesmo que a uni dade que os utilize não realize nenhum desembolso direto por eles.

Liquidez:
É a capacidade de um bem ou direito se transformar em "dinheiro vivo" num curto espaço de tempo.
A liquidez dos ativos de uma instituição é importante porque permite que ela faça pagamentos imprevistos ou de curto prazo, realizando rapidamente aplicações, estoques ou outro bem.
Por extensão, diz-se que uma empresa "tem liquidez" quando ela tem ativos de curto prazo em montante suficiente para pagar suas dívidas de curto prazo e ainda enfrentar imprevistos.

Movimentos:
Registrar em uma conta depósitos e retiradas.

Orçamento base zero:
É um processo operacional de planejamento e orçamento que exige de cada administrador a fundamentação da necessidade dos recursos totais solicitados e em detalhes lhe transfere o ônus da prova, a fim de que ele justifique a despesa.
No orçamento base zero, desconsidera-se o anterior e se parte a cada ano como se fosse do zero para se justificar tudo.

Passivo:
Registra as obrigações, ou dívidas, e o patrimônio líquido, que é a par te que pertence aos proprietários.

Planejamento financeiro:
Consiste em definir a política e os objetivos financeiros dos serviços – investimento, crescimento, etc. – e prover o volume e os tipos dos recursos necessários para atingir esses objetivos, bem como a aplicação desses recursos.
A elaboração e o estabelecimento de um plano ou orçamento integrado de atividades são freqüentemente considerados como a função principal.

Plano de contas:
É uma listagem de contas com símbolos numéricos para todas as contas de Ativo, Passivo, Capital, Receitas e Despesas...
O plano de contas consiste em uma estruturação ordenada e sistematizada das contas utilizáveis numa entidade.
A elaboração de um plano contábil obedece aos princípios de contabilidade geralmente aceitos e às normas legais aplicáveis em cada caso concreto.
O plano contém as diretrizes técnicas gerais e especiais que orientam a realização dos registros dos fatos ocor ridos e dos atos praticados na entidade.

Ponto de equilíbrio:
Nasce da conjugação dos custos totais com as receitas totais.
É a quantidade ou valor em que a receita total é igual ao custo total; nesse ponto, não há prejuízo nem lucro.

Projeção de fluxo de caixa:
É a estimativa do fluxo de entrada e saída de dinheiro ou outros formas de recebimento e pagamento como cheque, cartão no caixa de uma empresa, baseado em dados passados e projeções de cenários futuros.

Receita / Crédito:
O valor recebido pela venda de bens ou prestação de serviços.
Crédito é uma movimentação com saldo positivo.

Saldo:
Diferença entre débitos e créditos numa conta.
Resto de uma quantia a pagar ou a receber.
Excedente da receita sobre a despesa.

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