terça-feira, 23 de outubro de 2012

10 atitudes empreendedoras de sucesso

Uma boa parte do meu trabalho é dedicada para pesquisar e entender o mundo dos negócios sob dois pontos de vista muito diferentes: o dos empregados e o dos empregadores.

Dessa forma, posso afirmar que as razões que distinguem os profissionais bem-sucedidos dos empresários bem-sucedidos são convergentes e possuem motivações semelhantes.

Na prática, para ter sucesso em ambos os lados é necessário disciplina, otimismo, persistência, fé, determinação, planejamento, estratégia, sentido de realização e uma vontade inabalável de prosperar.

Simples, porém, na prática, ainda que alguém domine todas essas competências, o sucesso não está garantido. O encontro entre talento, preparação e oportunidade precisa ser provocado com frequência.

Veja o exemplo de Thomas Watson Sr. Em 1924, a Computing Tabulating Recording Company (CTR) era somente uma das 100 empresas de médio porte tentando sobreviver nos Estados Unidos, segundo James Collins e Jerry Porras, autores do best seller Feitas para Durar.

A CTR comercializava basicamente relógios de ponto e balanças, tinha apenas 52 vendedores com uma cota mensal de vendas a cumprir e um futuro nada promissor, a exemplo de muitas empresas de hoje.

Certo dia, quando Watson Sr. chegou em casa, deu um abraço na esposa e anunciou com orgulho que a CTR mudaria de nome e passaria a ser conhecida pelo grandioso nome de International Business Machines, seu filho Thomas Watson Jr. permaneceu parado na porta da sala, pensando: aquela empresa pequenininha?

Hoje não existe nada de estranho no nome International Business Machines, mas, na época soava até ridículo. De acordo com Michael Gerber, autor de O mito do empreendedor, as perguntas a seguir foram utilizadas por Watson Sr. antes mesmo de a IBM se tornar uma empresa de sucesso:

- Existe uma visão bem clara de como será a empresa quando ela estiver pronta?

- Como a empresa precisa agir para se tornar uma empresa de sucesso?

- Se a empresa sabe como agir desde o princípio para alcançar a visão de futuro, então por que não começa imediatamente?

Com base no exemplo mencionado e em outros milhares de empreendedores que, a despeito de todas as dificuldades, prosperaram, compartilho aqui algumas atitudes empreendedoras essenciais para a construção de um negócio bem-sucedido.

Para quem já teve a oportunidade de ler o meu livro Manual do Empreendedor (Editora Atlas), esse conjunto de atitudes, desenvolvido a partir dos estudos de Jeffrey Timmons, pesquisador do empreendedorismo, foi denominado de A Receita do Sucesso nos Negócios. Vejamos:

1 - Desenvolva uma estratégia convincente e clara.
 
2 - Comunique a essência da visão e da missão; não perca o principal objetivo de vista; mantenha o foco.
 
3 - Crie um diferencial nos seus produtos e serviços; é a sua vantagem competitiva.
 
4 - Não há segredos; somente o trabalho duro dará resultados.
 
5 - Nada é mais importante do que um fluxo de caixa positivo.
 
6 - Se você ensina uma pessoa a trabalhar para outras, você a alimenta por um ano; se você a estimula a ser empreendedor, você a alimenta, e a muitas outras, durante toda a vida.
 
7 - Um negócio bem-sucedido, antes de ser técnico ou financeiro, é fundamentalmente um processo humano; as pessoas são importantes.
 
8 - Realizar com o sentido de contribuir é mais importante do que ganhar dinheiro.
 
9 - A sorte favorece os que são persistentes; enquanto a sorte não vem, continue caminhando.
 
10 - A felicidade é um fluxo de caixa positivo.
Em qualquer negócio de sucesso, atitudes empreendedoras são determinantes. Não basta ser um excelente técnico nem um profundo conhecedor do assunto. Se isso fosse suficiente, nenhuma empresa quebraria.
 
Pense nisso, empreenda e seja feliz.
 
Por Jerônimo Mendes

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Gerente: ao planejar seu dia reserve tempo para pensar

Por Julio César Santos* | Comunidade Mais
 
Após alguns anos ministrando aulas em várias instituições de ensino às vezes me surpreendo pensando em como a sala de aula é um verdadeiro laboratório de aprendizagem – tanto para os alunos quanto para os próprios docentes. Dia desses surpreendi um aluno meio cabisbaixo na sala e perguntei-lhe a razão:
 
“Professor estou chateado. Imagine o senhor que outro dia, ao passar pela sala do Gerente da empresa em que trabalho eu o surpreendi com os pés sobre a mesa, mãos atrás da cabeça e...............pensando, professor!!!” Exclamou indignado.
 
Parafraseando Henri Ford respondi-lhe que pensar era “uma das mais árduas tarefas empresariais” e que, por isso mesmo, talvez existissem poucos gerentes eficazes. Mostrei a ele que existem basicamente três (3) tipos de funcionários numa empresa:
 
- Os Funcionários Operacionais: São aqueles que operacionalizam os processos. São os funcionários “de linha”; ou seja, estão na linha de frente da organização. Eles executam as tarefas que já foram definidas pela empresa e não criam novas tarefas. São os vendedores, os operários, fiscais, atendentes, etc.
 
- Os Funcionários Táticos: Esses trabalhadores elaboram as operações que deverão ser realizadas pelos operacionais. Ou seja, eles ouvem os diretores, interpretam suas ideias e elaboram as operações que deverão ser cumpridas pelos operacionais. Para realizar esse tipo de trabalho eles devem – principalmente – saber pensar, pois além de entender o que os diretores querem (árdua tarefa) eles precisam LIDERAR os operacionais a fim de executarem essas tarefas. São os funcionários que ocupam cargos gerenciais como Gerentes, Encarregados, Supervisores, etc.
 
- Os Funcionários Estratégicos: São aqueles que utilizam seu talento para planejar o futuro da organização. Esses funcionários devem saber pensar estrategicamente; ou seja, em médio e / ou longo prazo. São os presidentes das empresas, os diretores, superintendentes, etc.
 
Dentro das organizações, muitos funcionários pensam como aquele aluno e não é raro observar até mesmo alguns Gerentes e Diretores se envergonharem de serem flagrados em suas mesas, aparentemente fazendo NADA. E muitos empresários – talvez a maioria – não reservam tempo em suas agendas para uma reflexão tranquila e serena.
 
Poucos são os que dedicam uma ou duas tardes por semana à leitura e um pouco de reflexão. Muitos gestores são levados ao sabor dos acontecimentos e se satisfazem em tomar decisões apressadas o dia todo, em qualquer assunto que o dia lhes apresente.
 
Ao assumir a presidência do maior banco americano, Frank Vanderlip foi perguntado por um repórter como ele encontrava tempo para pensar, uma vez que o seu dia-a-dia era repleto de reuniões e compromissos: _ “Como você pode observar, aqui no banco eu não tenho tempo para reflexões e por isso eu o faço em casa ou em ocasiões em que seja obrigado a ficar completamente isolado”.
 
O Sr. Harriman – que durante décadas foi presidente da maior empresa ferroviária dos EUA – declarou uma vez que gostava de aparecer nas agências sem ser anunciado, a fim de encontrar alguns de seus executivos com os pés sobre a mesa aparentemente fazendo nada. Ele pressupunha que o gestor estivesse pensando.
 
Sendo assim, devemos refletir sobre algo bem simples: _ todo o nosso sucesso se origina do pensamento e, não apenas o sucesso, mas TUDO o mais surge primeiro sob forma de pensamento na mente humana. Portanto, devemos considerar que PENSAR é a matéria-prima do qual é feito o sucesso, pois isso nos influenciará a planejar nossos dias e semanas e a reservar mais tempo para uma reflexão tranquila, serena e sem remorsos.
 
*Sobre o autor: Julio César Santos é professor, consultor e palestrante. Articulista do Jornal do Commercio (RJ) e co-autor do livro: "Trabalho e Vida Pessoal - 50 Contos Selecionados" (Ed. Qualytimark, Rio de Janeiro, 2001). Por mais de 20 anos treinou equipes de Atendentes, Supervisores e Gerentes de Vendas, Marketing e Administração em várias empresas multinacionais de bens de consumo e de serviços. Elaborou o curso de “Gestão Empresarial” e atualmente ministra palestras e treinamentos “in Company” nas áreas de Marketing, Administração, Técnicas de Atendimento ao Cliente, Secretariado e Recursos Humanos. Graduado em Administração de Empresas, especialista em Marketing e Gestão Empresarial, com MBA em Marketing no Mercado Globalizado e complementação pedagógica.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Criatividade em Decadência!

"O mundo hoje está uma cópia, mas não podemos esquecer que somos originais" Gilclér Regina
 
Com o aumento das tecnologias digitais quando o mundo inteiro fica pequeno e cabe dentro do Google nós vivemos uma decadência cada vez maior na criatividade do ser humano.
 
A criança passa cada vez mais um tempo maior na frente do computador, mas lá no fundo o que ela mais quer é participar de brincadeiras inocentes que em nossa infância vivemos muito isso como: salva, esconde-esconde queima e tantas outras...
 
O mundo hoje vive uma geração do "tudo pronto". Quanto ao computador, é o que mais as crianças fazem e não é o que elas mais querem.
Numa pesquisa mundial coordenada por Psicólogos, com crianças sobre suas prioridades, as preferências ficaram assim:
 
1º Brincar no parque
2º Jogar água
3º Fazer cabana
4º Pega -pega
5º Andar de bicicleta
O computador ficou em 21º Lugar na preferência dos pequeninos.
 
O jovem acadêmico ao fazer seu trabalho de pesquisa ou mesmo o seu TCC pratica invariavelmente o "control C control V" isto é, copia, faz uns arranjos e passa para frente e ainda se acha o máximo.
Estamos matando a criatividade das novas gerações. Vem aí uma geração cópia. O mundo hoje está uma cópia, mas não podemos esquecer que somos originais.
 
Os jovens e adolescentes estão chamando seus pais e avós de "analfabetos virtuais" e os pais e avós estão chamando seus filhos e netos de "analfabetos espirituais". Está faltando equilíbrio.
 
Equilíbrio é saber trabalhar o lado bom e neutralizar o ruim. O bem está dentro do ser humano. O mal também. É preciso despertar o primeiro e neutralizar o segundo. E lembrar que criatividade não é somente gerar coisa nova, é também abandonar coisa velha.

Por estas e por outras, o sucesso é ser simples.
 
Sucesso é ver o que todo mundo vê mas enxergar diferente.
Gilclér Regina
 
O imperador do futuro será o imperador das ideias.
Gilclér Regina
 
Não se alcança a criatividade ficando no mesmo lugar.
Andrew Law
 
Um aspecto essencial da criatividade é não ter medo de fracassar.
Dr. Edwin Land

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

O Líder como Motivador de Pessoas!

"85% dos líderes apontam a falta de motivação como o maior desafio para atingir os objetivos." Gilclér Regina
A motivação faz uma equipe atingir uma meta aparentemente inatingível. Se a sua equipe fosse pelo menos 30% mais motivada, o que esse aumento significaria para sua empresa e para os seus clientes?
Líder que é líder ensina que a motivação é um motor em ação e leva você a buscar fazer mais e melhor. E ainda mostra que satisfação, ao contrário, é aquilo que você já conseguiu. Meta é sempre o passo seguinte.
Nos últimos anos, as empresas investiram bilhões na melhoria de processos, de trabalho, em reorganização e qual foi o resultado de tudo isso? Em boa parte delas o resultado foi o caos. Isso porque processos não produzem.
A melhor produtividade só vem quando há o comprometimento das pessoas.  A liderança deverá estar sempre sintonizada neste novo canal.
Antes que processos possam ser melhorados, nossa gente precisa ser melhorada. Muita coisa deu errado porque os processos não previram pessoas com baixo moral, sem foco em resultados.
Gente não é máquina – nem mesmo se comporta de forma lógica na maior parte do tempo. O líder que não compreender isso não conseguirá resultados de sua equipe.
Gente é 85% emoção e 15% lógica.  Pensa e as ideias são baratas e abundantes. O que tem valor é o emprego efetivo dessas ideias em situações que se transformem em ação. Isto é, entra em jogo a palavra mais importante do dicionário: ATITUDE!
Desafios extraordinários produzem pessoas extraordinárias. Vivemos de metas! Irão se destacar aqueles que souberem trabalhar e se relacionar com pessoas.
O líder de sucesso é aquele que sabe respeitar as diferenças individuais e trabalha o potencial de cada um em prol da equipe.  Algumas pesquisas apontam que o ser humano é 10% vocação e 90% adaptação.  Em minha visão é: 1% inspiração, 99% transpiração e 100% ATITUDE.
Sabemos que 85% dos líderes apontam a falta de motivação como o maior desafio para atingir os objetivos. É provável que nesse momento a sua empresa esteja perdendo mais uma venda, seguramente, não por falta de produto, mas por ausência de motivação da sua equipe.
O que "motiva" o ser humano a fazer mais e melhor o que ele próprio e sua empresa esperam, tem sido um dos objetivos do nosso estudo e nossa pesquisa. E tudo na vida é atitude. O medo da crise é pior do que a própria crise.
O líder sabe que só ensina quem aprende. Gilclér Regina
O imperador do futuro será um imperador de ideias. Gilclér Regina
A glória da vitória não é a felicidade de erguer um troféu, mas o reconhecimento de uma luta. Gilclér Regina - numa adaptação da frase de Nildo Lage – Poeta
O sucesso é construído de 99 % de fracasso. Soichiro Honda – Fundador da HONDA

terça-feira, 31 de julho de 2012

Motivação Não é Cesta Básica!

"Acredito que o erro número "um" das empresas é não perguntar o que motiva."
Gilclér Regina

As pessoas tratam a motivação como se fosse uma festa de final de ano, uma confraternização. Não é.

Motivação é coisa séria, é ciência, é estudo do comportamento humano e quanto mais competitivo for o mercado mais ousado devem ser o treinamento de pessoal com foco em motivação e as ações de marketing.

A motivação humana ganha muito em importância para as ferramentas de gestão e tomadas de decisão em planejamento, execução e resultados.

Hoje buscamos um time que converge para o alvo, para as metas, construindo uma cultura interna onde todos falam a mesma língua visando sempre os resultados que mantém a empresa muito viva.

Nenhum animal conhecido na Terra supera o ser humano que nasce com um cérebro do tamanho de um tomate (portanto não nasce pronto como produtos, por exemplo) e na sua fase adulta tem o tamanho de um pequeno mamão (e tem que continuar se desenvolvendo).

A vida é isso: Movimento. A falta de uso atrofia e enferruja. Um relacionamento, o trabalho, as ações, as atitudes, o estudo... Tudo só tem valor se continuar se mexendo. Quem fica parado é poste e ainda sofre as investidas de um pequeno cão.

A motivação que as empresas devem buscar para suas equipes devem visar comprometimento das pessoas, foco, atitudes e ações que visem resultados.

Afinal, vivemos mesmo de resultados.

Muito mais do que algo simples que podemos chamar aqui de cesta básica, visamos uma motivação com responsabilidade pelo perfil da empresa, do negócio, suas políticas, sua filosofia e o respeito aos membros da equipe, seja para os mais antigos ou acolhendo os mais novos, na busca intensa pela reciprocidade das pessoas.

O ser humano hoje não quer se sentir um figurante. Ele quer se sentir participante.

A motivação faz uma equipe atingir uma meta aparentemente inatingível. Gilclér Regina
Quem assume para si uma meta que não é sua, está comprando sua própria infelicidade. Gilclér Regina
Faça o sol brilhar quando os clientes estiverem por perto. Gilclér Regina
A felicidade e o sucesso são construídos dia a dia com nossas atitudes e comportamentos. Gilclér Regina

sábado, 7 de julho de 2012

O Líder e o Ser mais Motivado do Mundo!

"Se o líder não for uma pessoa motivada, sua equipe estará morta.” Gilclér Regina

Uma pergunta que sempre tenho que responder é a seguinte: De onde surge a motivação do ser humano? Desde que o mundo é mundo, a motivação existe e sempre estará relacionada à escolha de caminhos e atitudes na tomada de decisão.

O ser humano usou seu cérebro inicialmente para sua sobrevivência, sempre vivendo em grupos, vamos chamar aqui de família. Essa motivação persiste até os dias atuais.

O Rei Salomão disse: “O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos”. Sempre teremos dois caminhos, vivemos mesmo num mundo de escolhas.

O abatido, o desanimado, aquele que faz “secar os ossos” muitas vezes se apresenta como um “realista”, sendo na verdade um grande pessimista.

Felizmente o mundo dos vitoriosos, dos “corações alegres”, daqueles que constróem grandes empresas, grandes carreiras em todos os setores, mesmo atletas, artistas, são pessoas que tem na motivação uma bandeira, trabalham sua vocação, vivem em movimento, tem motivos para agir o tempo todo.

O ser humano é motivado e vencedor, vem de uma fusão de equipe, o pai e a mãe, cada um entrando com 23 cromossomos e nessa fusão acontece uma verdadeira explosão de 300 bilhões de gens.

Nasce aí o ser mais motivado do mundo, vencendo uma concorrência em gens de aproximadamente 50 populações do Planeta Terra.

O líder deve saber trabalhar com duas situações. Primeiro que ele estará diante de pessoas e estas são na sua essência muito diferentes, com reações e perfis diferentes. Segundo, reconhecer o que a maioria das lideranças no mundo reconhece, isto é, entender que o grande desafio para se atingir metas e objetivos passa por uma equipe motivada.

O que fazer? Saber aceitar as diferenças individuais e ao mesmo tempo trabalhar o potencial de cada um. Não se pode construir uma empresa 100% em excelência e resultados com uma equipe 50% em comprometimento com metas, qualidade ou mesmo na aceitação de desafios. Afinal, não existe meia-meta!

Quando você evita a acomodação enxerga com nitidez as diferenças entre o certo e o errado. Gilclér Regina

Você precisa olhar quem é o nº 1 da sua empresa. É ali que você sentirá se pode crescer ou não. Gilclér Regina

Se você está semeando seu canteiro, a colheita virá, ou seja, o sucesso te encontrará. Gilclér Regina

O mundo estaria arruinado se cada um somente cumprisse com a sua parte. Winston Churchill

domingo, 17 de junho de 2012

Os Motivados Fazem... Os Desmotivados Reclamam!

"Motivação não é cesta básica, não é festa de final de ano. Motivação é uma ciência. Quanto mais competitividade, mais feroz uma economia, mais importância ganha a motivação humana" Gilclér Regina

A motivação faz uma equipe atingir uma meta aparentemente inatingível e se a sua equipe fosse pelo menos 30% mais motivada, o que esse aumento significaria para sua empresa?

Sabemos que 85% dos líderes apontam a falta de motivação como o maior desafio para atingir os objetivos. É provável que nesse momento a sua empresa esteja perdendo mais um negócio, seguramente, não por falta de produto ou serviço, mas por ausência de motivação.

O presidente mundial da Renault, o brasileiro Carlos Ghosn, o homem que tirou a Nissan da falência e é considerado por muitos como o Henry Ford do século 21 diz o seguinte: “A única coisa que faz a diferença é a motivação. Se você perder a motivação, aos poucos você perde tudo”.

A vida nos apresenta um mundo de escolhas e desde que o mundo é mundo elas passam sempre por duas situações: O bem ou o mal. A escolha entre ser positivo ou negativo é de cada ser humano.

Enquanto pessoas e empresas estão indo a falência, empresas e pessoas também estão fazendo fortunas. No mundo de hoje vemos economias e países em recessão e países e economias emergentes.

Não é porque você está indo muito mal ou sem dinheiro que o mundo inteiro está como você. E quem está mal, geralmente culpam os outros, culpam o mundo inteiro pelas suas incertezas.

Os motivados enxergam oportunidades nas dificuldades... Os desmotivados enxergam dificuldades nas oportunidades! Os motivados fazem... Os desmotivados reclamam.

O ser humano com foco motivado acredita que quando se diz no piloto automático: “Não dá para comprar isso”, seu cérebro para de trabalhar. Mas, ao perguntar: “O que posso fazer para comprar isso?”, seu cérebro se mantém trabalhando. A mente é como o corpo, se não usar, enferruja e atrofia.

Uma empresa nunca quebra hoje. Quebra cinco anos antes. Não é falência financeira, é falência motivacional. Vivemos num mundo onde o futuro não é uma repetição do passado. Lamentavelmente, algumas pessoas ainda continuam com a cabeça no século 19 e o corpo no século 21. As certezas de hoje se tornarão os absurdos de amanhã.

Neste mundo de competição os detalhes farão à diferença. Uma telefonista pode ajudar a salvar ou afundar uma empresa, dependerá de seu comportamento e comprometimento e aí entra em cena a palavra atitude.

E atitude é a palavra mais importante do dicionário em qualquer idioma. São as boas atitudes que reforçam o conhecimento e levam você das boas ideias aos melhores resultados.

É como a história do burro que movimenta o carro enquanto seu dono fica balançando uma cenoura à frente do seu nariz.

O dono do burro pode estar indo aonde deseja ir, mas o burro está correndo atrás de uma ilusão. Amanhã só haverá outra cenoura para o burro. Ou seja, vivemos um mundo de escolhas. Qual é a sua opção?
Gilclér Regina

Quando você tem uma meta, o que era um obstáculo passa a ser uma das etapas do seu plano. Gilclér Regina

Você não precisa ser forte, nem sábio, nem prudente, nem eloquente, nem ligeiro. O mais importante na corrida é não desistir. Gilclér Regina

Uma receita de sucesso é pensar no futuro e agir no presente. Gilclér Regina

O covarde nunca começa, o fracassado nunca termina, o vencedor nunca desiste! Norman V. Peale

segunda-feira, 11 de junho de 2012

"Como vender cachorros para quem não gosta de cachorros!"

Era uma vez um profissional que estava desempregado.

Ele decidiu, então, vender seu cachorro; um animal de altíssimo nível cachorral, com PHD em latidos e com um currículo real em cachorrologia.

Procurou um fazendeiro e foi logo argumentando: - O senhor deseja comprar um cachorro com pedigree?

A resposta do fazendeiro foi um enfático: NÃO.

- Mas esse cachorro é especial, ele late melhor que o Luciano Pavaroti. De novo o fazendeiro disse NÃO.

- Mas ele corre como um atleta olímpico e caça ratos melhor do que gatos. O fazendeiro já impaciente, soltou mais um nervoso NÃO.

- Mas o pai desse cachorro foi campeão mundial de caça ao urubu! A resposta do fazendeiro era sempre a mesma:

- Ele é excelente; mas não estou interessado.

O vendedor, desanimado freou a tristeza, acelerou a raiva e voltou para sua casa.

Quando lá chegou qual foi a surpresa: encontrou seu primo, campeão em persuadir pessoa, que ouviu toda a história e disse:

- Vamos voltar lá. Você quer apostar que aquele fazendeiro vai comprar esse cachorro?

O velho campeão em persuadir pessoas colocou o cachorro no banco de trás do carro e se mandou para a fazenda.

Procurou o mesmo fazendeiro e, depois das apresentações, começou o diálogo:

- Que linda fazenda o senhor tem, parabéns! Mas que lindas galinhas, que belos pintinhos!

- Eu imagino que o senhor não tenha problemas aqui com gaviões, tentando devorar esses pintinhos, concorda?

- Ah! Esse é um problema terrível, comentou o fazendeiro.

- Tive até que contratar um empregado, para ficar de olho o tempo todo, pois os gaviões atacam mesmo.

- Puxa! Disse o campeão: - Que falta faz um cachorro especialista em proteger pintinhos dos gaviões!

Eu conheço um, que, se o gavião voar baixinho, ele pula e pega.

E mais, se o senhor tivesse um assim, iria economizar em encargos sociais, legais e trabalhistas, pois teria uma folha de pagamento mais enxuta. Além disso, o cachorro não reclama no Ministério do Trabalho e nem faz greve.

- O senhor tem problemas com ladrões aqui na sua fazenda? Perguntou o sábio campeão.

- Na minha fazenda, felizmente, não, mas na de meu vizinho, este ano apareceram dois.

- Puxa vida! Mas que falta faz um cachorro que afugente essa cambada de vagabundos que querem tirar o seu lucro.

- Bem, mas de uma coisa eu tenho certeza: aqui em sua fazenda não há ratos!

- Ah! Só eu sei quantos existem!

- Nossa! Se existisse um cachorro que caçasse ratos tão bem como gatos, mas que fosse amigo do dono e não da casa, seria um bom negócio, concorda?

- Sim, seria sim!, concluiu o fazendeiro, entusiasmado.

Bem, o velho campeão continuava a argumentar poderosamente.

Ele transformava necessidades latentes em evidentes, problemas em soluções e convencia sem manipular.

O cachorro ainda ajudaria o fazendeiro a guardar as ovelhas sem que nenhuma fugisse.

Dividiria a solidão dos filhos pequenos do fazendeiro, pois todos brincariam com o cachorro que também era jovem.

- Olha, Seu Antunes, meu amigo fazendeiro, essa sua fazenda só tem mesmo um defeito: não é minha.

O fazendeiro, curioso, disse: - Bem, como é que faço para encontrar um cachorro assim?

Gritou o primo: - Luluuuuuuuu, saí de baixo do banco do carro e venha conhecer seu novo dono.

E o fazendeiro e o Lulu se conheceram e foram felizes e felizes para sempre!

  

Quatro conclusões nada caninas desta história:

1º: O primeiro profissional era especialista em cachorros, isto é, em produtos. O segundo era especialista em clientes. E essa é toda a diferença. Outra coisa: o primeiro vendedor fracassou porque tentou vender características e o segundo vendeu benefícios. É a velha história: não venda a broca, venda o furo. Não venda a faca, venda o corte. Não venda cafeteiras, venda café quentinho. Não venda o bife, venda o chiado da frigideira.

2º: Que linda fazenda o senhor tem, parabéns!!!! Esse é um recurso mais velho do que o cachorro de Pavlov, mas  ainda funciona. Elogie com carícias positivas, gere sintonia e sinergia.

3º: Olha, seu Antunes, meu amigo fazendeiro, essa sua fazenda só tem mesmo um defeito: não é minha! Senso de humor ajuda a criar clima motivacional, desarma resistências, favorece a interação social, estreita confiança e afeições, tende a diminuir as objeções e otimiza a persuasão.

4º: Como é que eu faço para encontrar um cachorro assim? Quer persuadir pessoas na vida profissional? Crie uma emoção de curiosidade.

Faça o mundo mudar de opinião a seu favor, mas lembrando que toda negociação vencedora é ganha-ganha. Mude a direção de seus argumentos pensando em ser um gerador de soluções dos problemas de seu cliente interno ou externo, seja ele seu patrão, colega ou pessoa que você está apaixonado. Primeiro localize alvos necessários. A seguir, atire vantagens e benefícios. Ou, então, saia por aí vendendo cachorro por lebre.

Artigo de: Maurício Goes, palestrante motivacional

terça-feira, 5 de junho de 2012

Educação, Motivação & Criatividade!

"A vida não é uma emergência. A vida é uma maratona" Gilclér Regina
Pensar sai barato. O imperador do futuro será um imperador de ideias. A velocidade das mudanças determina também a velocidade do pensamento. As empresas estão jogando muito dinheiro fora em treinamento porque não educam, isto é, não treinam comportamento.
O analfabeto deste milênio não será aquele que não souber ler ou escrever. Será aquele que não souber aprender, desaprender e reaprender. Precisamos preparar-nos para o inesperado.  Lembro que as oportunidades são astutas, entram pela porta dos fundos. Nos próximos anos estaremos levando no mínimo um susto por dia.
Educação, motivação e criatividade, no mundo atual, significam buscar a preparação e o sentimento amigo diante das mudanças. Se você mudar, o mundo muda com você. O conceito errado de “o importante é competir” deve ser modificado; afinal, precisamos educar para vencer.
O pódio normalmente é para poucos. Num grupo de cem pessoas, 98 não fazem sucesso, justamente porque preferem ficar na segurança da metade do caminho: elas não arriscam, não ousam. O ser humano comum busca segurança e o ser humano extraordinário busca oportunidades.
Aliás o princípio de Vilfredo Pareto, um economista italiano diz que 80% do dinheiro do mundo estão nas mãos de 20% das pessoas. Como atingir este público? A resposta é foco.
Quem corre atrás quase sempre se cansa e não alcança.
Educação é estar na vanguarda, ser o primeiro a mudar, a conciliar conhecimento humano com tecnologia, é entender o amor humano como grande diferencial competitivo.
Motivação é ser amigo das mudanças que diariamente batem à porta das pessoas.
Criatividade é estar sempre alguns passos adiante da tecnologia, oferecendo alternativas, criando opções que atendem aos anseios do cliente e que, acima de tudo, o encantem.
A distância entre saber e fazer é de um oceano. Existem pessoas que não sabem e não perguntam. Existem pessoas que sabem e não ensinam. Existem pessoas que ensinam e não fazem. O sucesso é de quem faz.
É preciso ter fé e esforçar-se para obter uma educação criativa que contemple os melhores resultados. É preciso colocar a persistência como vitamina do triunfo.
Nada disso terá sentido se não soubermos viver o hoje para criar o amanhã. Queremos aqui mostrar que o amor, a educação, a motivação e a criatividade podem fazer a diferença numa vida que também pode ser alegre e repleta de felicidade.
Essa viagem em direção à grande meta do ser humano para este grande sentido de ser e existir que é ser feliz e estar com Deus faz você chegar ao topo com toda a vitalidade.
O que para a lagarta é a morte, para o criador é a borboleta. Somos todos criaturas e criadores em tempos de transformação. Bemvenutti
Tente ser uma pessoa de valor, não de sucesso. Albert Einstein
Nunca negociemos sem medo, mas nunca tenhamos medo de negociar. John F. Kennedy
Educação, criatividade e motivação devem andar de mão dadas para a construção do sucesso. Gilclér Regina

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Conhecimento Destrói Incertezas

"A vontade de se preparar deve ser maior que a vontade de vencer" Gilclér Regina
Uma afirmação de um diretor de colégio diz: “No mundo real a turma da frente acaba trabalhando para a turma do fundão”. Ou seja, quem faz maior sucesso segundo ele é a turma que ousou mais, que foi mais criativa e esses eram os que sentavam lá no fundo da sala.
Isso lembra aquele aluno que leva o boletim com notas todas vermelhas para o seu pai e este lhe diz: “No meu tempo isso renderia uma bela duma surra”. E o menino diz: “É isso aí pai, vamos lá dar um cacete no professor”.
O ideal de sucesso é unir a disciplina de quem senta na frente com a criatividade de quem senta no fundo da sala. Afinal, não vale afirmar que somente o “bagunceiro” senta lá no fundão.
Estar aberto a mudanças é saber somar criatividade, um pouco desta falsa “malandragem"  aliada a conhecimento e disciplina. Conhecimento destrói incertezas... Conhecimento com motivação constrói certezas, constrói resultados!
Estar sempre aberto à mudanças é estar preparado para não ficar pelo caminho... Se você acha que pratica o seu melhor trabalho, dê uma olhadinha no seu colega ao lado e faça um comparativo. Saiba que ele não está dormindo “de touca”.
Existem funcionários ótimos... E existem aqueles que você precisa fazer uma carta de recomendação para o seu principal concorrente! Sua escolha definirá o seu sucesso!
Se você tiver uma ferida e se tratar, com o tempo ela irá cicatrizar... Se você tiver uma ferida e não se tratar, com o tempo ela irá piorar. Portanto, contrariando muita gente, o tempo nem sempre é senhor da razão. Não é o tempo que cura, é a intensidade da ação que você faz hoje é que cura.
Quantas redes de supermercados, quantos bancos, quantas empresas você lembra como as maiores do Brasil num passado recente? E não existem mais...
A vida sempre foi assim: Novos ricos que são ex-pobres e novos pobres que são ex-ricos. 82% das maiores fortunas vêm do absolutamente nada, vêm da pobreza mesmo!
O dinheiro? Não acaba... Apenas muda de mão.
Muitos se perderam pelo caminho por causa da soberba. Muitos sofreram com a síndrome de "ovo de pata”. Lembra-se da fábula? A pata olha para a galinha e diz: “Meu ovo é muito mais bonito que o seu”. Qual foi a resposta da galinha? "O seu é mais bonito, mas não vende”.
Arrogância é assim mesmo, igual mau hálito, todo mundo percebe, menos quem tem!
A "mudança" é uma preocupação dominante no mundo corporativo. Reflita sobre o que gostaria de mudar em você, em sua vida profissional, em sua vida familiar, em sua empresa, em sua carreira e que ainda não teve coragem de fazer?
O homem comum fala, o sábio escuta, o tolo discute.
Sabedoria Oriental
Não confunda jamais, conhecimento com sabedoria. Um o ajuda a ganhar a vida;
o outro a construir uma vida.

Sandra Carey – Escritora
O fracasso e o sucesso são primos.
O que diferencia o parentesco é a atitude de cada um.

Gilclér Regina
Ser feliz não é consequência de ter sucesso, assim como ter sucesso não é garantia de ser feliz. Este é o sagrado segredo dos vencedores.
Gilclér Regina

Quando ninguém entende você, de quem é a culpa?

Por Alessandra Assad* | alessandraassad.com.br
Outro dia escutei um gerente se queixando do alcance "limitado" de sua equipe. Ele chamava isso de "burrice" e dizia que não agüentava mais repetir as mesmas coisas duzentas vezes. Era como se ninguém entendesse Português.
Ora, aqui temos um princípio básico de comunicação para analisar. Se ninguém entende Português, porque você continua falando Português? Não estaria na hora de mudar o seu idioma?
Muito mais inteligente do que demitir, perder a paciência ou sair se queixando, é tentar entender o porquê de não ser entendido. Pesquisas apontam que hoje cerca de 70% dos problemas das empresas têm origem nas falhas de comunicação. A questão é que os problemas de comunicação em geral são invisíveis, camuflados e até apagados. Freqüentemente são varridos para debaixo do tapete, porque os efeitos da comunicação não acontecem na hora e então ninguém fica sabendo. E o fato é que saber expressar-se corretamente, que antes era obrigação apenas dos comunicadores, virou condição de empregabilidade.
Hoje nove em cada dez empresas fracassam na execução da estratégia. Não pelo fato do fracasso em si, mas pelas razões que os gestores sabem, mas na maior parte das vezes, nada fazem para mudar o cenário. Segundo o professor Robert Kaplan, criador do conceito de Balanced Scorecard, se não for possível medir algo, não será possível gerenciá-lo. Se não for possível gerenciá-lo, não há como melhorá-lo. Logo, é preciso começar a mensurar os prejuízos que a comunicação inadequada está trazendo para as organizações.
O mais interessante em tudo isso é que, obviamente que queremos melhorar os processos dentro das empresas e quase tudo isso não é novidade. Muito se fala em execução, mas novamente temos a falha de comunicação como a inimiga oculta número um para que as coisas aconteçam conforme precisamos. Por isso, o professor defende: "comunique sete vezes de sete modos diferentes". E o que ele quis dizer com isso?
Podemos provocar três tipos de reações nas pessoas quando nos comunicamos. Elas podem ficar sabendo de alguma coisa que estamos informando, ser influenciadas em seus sentimentos e fazer algo quando provocamos uma ação. O nosso objetivo, o que dizemos e a forma como dizemos são fundamentais para o estabelecimento da comunicação, isto é, para sermos compreendidos e conseguirmos as atitudes pretendidas. Mas isso nem sempre acontece quando você comunica na primeira vez. É preciso repetir, mudar a forma, o jeito, as palavras, o meio. Mesmo que o público ainda seja exatamente o mesmo.
O que vemos, porém, é o avesso em ação: uma única mensagem, propagada uma única vez, da mesma maneira, para públicos totalmente diferentes. Você já ouviu falar que quem fala para todo mundo não fala para ninguém? A pessoa que está se comunicando, para obter sucesso, precisa levar em consideração:
- A quem se destina a sua informação? Descubra primeiro quem é o seu público-alvo.
- Qual é o seu objetivo? O que você deseja que aconteça a partir dali.
- Qual é a informação que quer passar? O que quer que as pessoas saibam, sintam ou realizem.
- Como a comunicação está elaborada? A forma como ela é apresentada.
Chega de terceirizar a comunicação ou querer encontrar culpados ou subterfúgios inteligentes para justificar a burrice das pessoas. Afinal, quando as pessoas não entendem você, a culpa é toda sua. E nessa esfera repleta de ruídos, quem levará vantagem competitiva? Aquele que melhor souber fazer uso das ferramentas de comunicação disponíveis no mercado. E o que eu quero dizer com isso? Quando ninguém entende Português, que tal tentar falar Chinês?
*Sobre a autora: Alessandra Assad é diretora da AssimAssad Desenvolvimento Humano. Formada em Jornalismo, pós-graduada em Comunicação Audiovisual e MBA em Direção Estratégica, é professora no MBA de Gestão Comercial da Fundação Getulio Vargas, Consultora Senior do Instituto MVC, palestrante e autora do livro Atreva-se a Mudar! – Como praticar a melhor gestão de pessoas e processos.

Link da matéria:
http://alessandraassad.com.br/artigos_detalhe.asp?id=69 

segunda-feira, 14 de maio de 2012

O líder e as Atitudes que Constroem o Sucesso!

"Tudo o que vem até você é atraído pela maneira como você pensa e pelas imagens que você guarda em sua mente. Esta é a diferença que faz com que 1% da população mundial ganhe cerca de 96% do dinheiro que é gerado no Planeta.” Gilcler Regina

São coisas que os babilônios já sabiam assim como também Platão, Shakespeare, Newton, Beethoven, Einstein...

Todo esse comportamento da mente é transformado em atitudes diárias do ser humano que define o sucesso e que percebemos no trabalho de liderança que é desenvolvido dentro das empresas.

Uma empresa começa quebrar cinco anos antes e a razão concentra-se, em geral, nas atitudes de liderança. Existem dois tipos de atitudes que fazem um negócio quebrar.

Já vi muitas empresas quebrarem por estas duas situações igualmente nocivas ao negócio. A primeira são pessoas que não sabem delegar, que tem que se meter em tudo e se irritam até com a posição do cafezinho na sala... Opinam até em qual marca de sabonete se deve ou não comprar! Aliás, estes enfartam cedo.

Em segundo, está o despreocupado por completo, aquele que faz de conta que é míope e “não enxerga” muitas coisas... Prefere não despedir para não queimar sua imagem, vai relevando os erros daqueles que sempre chegam atrasados, fazem interurbanos com o telefone da empresa e usam o Face e o MSN para fins pessoais na hora do trabalho...

Ou ainda fazem “vista grossa” para aqueles que ficam horas na Internet conversando com amigos e visitando sites inúteis... A própria equipe começa a pensar que se nem o “chefe” se preocupa, muito menos eles devem se preocupar...

Na primeira situação o resultado é desastroso, causando um constante mal estar, um ambiente carregado. Na segunda, sentem o desleixo daquele que deveria ser o exemplo, sentem-se inseguros e não apostam no futuro da empresa nem de suas carreiras por lá.

O líder de verdade aposta no negócio, nas tecnologias, mas acima de tudo, nas pessoas e sabe que elas devem fazer a diferença, focadas no negócio, comprometidas e não apenas envolvidas e que todos, sejam quais sejam os cargos, devem ter uma meta, um grande objetivo, tudo centrado nos ideais e propósitos do negócio.

Aprendi com minha mãe um velho ditado que diz que quem queimou a língua com sopa quente não esquece de soprar a próxima vez.

Na empresa, nós podemos delegar, compartilhar, persuadir, determinar, conforme as equipes e o nível de tarefa exigido... Mas não faz mal a ninguém remapear sempre o terreno para ver como as coisas estão fluindo...

Você só se arrepende daquilo que não faz.
Goethe

A preguiça faz cair em profundo sono e a alma indolente padecerá fome.
Rei Salomão no Livro de Provérbios

Em nossa vida, a maioria das ações desenvolve-se em dois momentos e
a nossa decisão pessoal sobre qual caminho seguir fará toda a diferença.
Gilclér Regina

Da mesma forma que o grande músico pode tirar os mais belos acordes de um violino,
você pode despertar o gênio que dorme em seu cérebro e a atitude que dorme em seu coração.

Autor Desconhecido

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Mensagem a Garcia

Abaixo, o texto de Elbert Hubbard, de 1899:

Em todo este caso cubano, um homem se destaca no horizonte de minha memória como o planeta Marte no seu periélio. Quando irrompeu a guerra entre a Espanha e os Estados Unidos, o que importava a estes era comunicar-se rapidamente com o chefe dos insurretos, Garcia, que se sabia encontrar-se em alguma fortaleza no interior do sertão cubano, mas sem que se pudesse precisar exatamente onde. Era impossível comunicar-se com ele pelo correio ou pelo telégrafo. No entanto, o Presidente tinha que tratar de assegurar-se da sua colaboração, e isto o quanto antes. Que fazer?

Alguém lembrou ao Presidente: “Há um homem chamado Rowan; e se alguma pessoa é capaz de encontrar Garcia, há de ser Rowan”.

Rowan foi trazido à presença do Presidente, que lhe confiou uma carta com a incumbência de entregá-la a Garcia. De como este homem, Rowan, tomou a carta, meteu-a num invólucro impermeável, amarrou-a sobre o peito, e, após quatro dias, saltou, de um barco sem coberta, alta noite, nas costas de Cuba; de como se embrenhou no sertão, para depois de três semanas, surgir do outro lado da ilha, tendo atravessado a pé um país hostil e entregando a carta a Garcia – são cousas que não vêm ao caso narrar aqui pormenorizadamente. O ponto que desejo frisar é este: Mac Kinley deu a Rowan uma carta para ser entregue a Garcia; Rowan pegou da carta e nem sequer perguntou: “Onde é que ele está?”.

Hosannah! Eis aí um homem cujo busto merecia ser fundido em bronze imarcescível e sua estátua colocada em cada escola do país. Não é de sabedoria livresca que a juventude precisa, nem instrução sobre isto ou aquilo. Precisa, sim, de um endurecimento das vértebras, para poder mostrar-se altivo no exercício de um cargo; para atuar com diligência, para dar conta do recado; para, em suma, levar uma mensagem a Garcia.

O General Garcia já não é deste mundo, mas há outros Garcias. A nenhum homem que se tenha empenhado em levar avante uma empresa, em que a ajuda de muitos se torne precisa, têm sido poupados momentos de verdadeiro desespero ante a imbecilidade de grande número de homens, ante a inabilidade ou falta de disposição de concentrar a mente numa determinada cousa e fazê-la.

Assistência irregular, desatenção tola, indiferença irritante e trabalho mal feito parecem ser a regra geral. Nenhum homem pode ser verdadeiramente bem sucedido, salvo se lançar mão de todos os meios ao seu alcance, quer da força, quer do suborno, para obrigar outros homens a ajudá-lo, a não ser que Deus Onipotente, na sua grande misericórdia, faça um milagre enviando-lhe como auxiliar um anjo de luz.

Leitor amigo, tu mesmo podes tirar a prova. Estás sentado no teu escritório, rodeado de meia dúzia de empregados. Pois bem, chama um deles e pede-lhe: “Queira ter a bondade de consultar a enciclopédia e de me fazer uma descrição sucinta da vida de Corrégio “.

Dar-se-á o caso do empregado dizer calmamente: “Sim, Senhor” e executar o que se lhe pediu?

Nada disso! Olhar-te-á perplexo e de soslaio para fazer uma ou mais das seguintes perguntas:

Quem é ele?

Que enciclopédia?

Onde é que está a enciclopédia? Fui eu acaso contratado para fazer isso ?

Não quer dizer Bismark?

E se Carlos o fizesse?

Já morreu?

Precisa disso com urgência?

Não será melhor que eu traga o livro para que o senhor mesmo procure o que quer?

Para que quer saber isso ?

E aposto dez contra um que, depois de haveres respondido a tais perguntas, e explicado a maneira de procurar os dados pedidos e a razão por que deles precisas, teu empregado irá pedir a um companheiro que o ajude a encontrar Garcia, e, depois voltará para te dizer que tal homem não existe. Evidentemente, pode ser que eu perca a aposta; mas, segundo a lei das médias, jogo na certa. Ora, se fores prudente, não te darás ao trabalho de explicar ao teu “ajudante” que Corrégio se escreve com “C” e não com “K “, mas limitar-te-ás a dizer meigamente, esboçando o melhor sorriso. “Não faz mal; não se incomode “, e, dito isto, levantar-te-ás e procurarás tu mesmo. E esta incapacidade de atuar independentemente, esta inépcia moral, esta invalidez da vontade, esta atrofia de disposição de solicitamente se pôr em campo e agir – são as cousas que recuam para um futuro tão remoto o advento do socialismo puro. Se os homens não tomam a iniciativa de agir em seu próprio proveito, que farão quando o resultado do seu esforço redundar em benefício de todos? Por enquanto parece que os homens ainda precisam de ser feitorados. O que mantém muito empregado no seu posto e o faz trabalhar é o medo de se não o fizer, ser despedido no, fim do mês. Anuncia precisar de um taquígrafo, e nove entre dez candidatos à vaga não saberão ortografar nem pontuar – e, o que é mais, pensam que não é necessário sabê-lo.

Poderá uma pessoa destas escrever uma carta a Garcia?

- Vê aquele guarda-livros?, dizia-me o chefe de uma grande, fábrica.

- Sim, que tem?

- É um excelente guarda-livros. Contudo, se eu o mandasse, fazer um recado, talvez se desobrigasse da incumbência a contento, mas também podia muito bem ser que no caminho entrasse em duas ou três casas de bebidas, e que, quando chegasse ao seu destino, já não se recordasse da incumbência que lhe fora dada .

Será possível confiar-se a um tal homem uma carta para entregá-la a Garcia?

Ultimamente temos ouvido muitas expressões sentimentais externando simpatia para com os pobres entes que mourejam de sol a sol, para com os infelizes desempregados à cata do trabalho honesto, e tudo isto, quase sempre, entremeado de muita palavra dura para com os homens que estão no poder.

Nada se diz do patrão que envelhece antes do tempo, num baldado esforço para induzir eternos desgostosos e descontentes a trabalhar conscienciosamente; nada se diz de sua longa e paciente procura de pessoal, que, no entanto, muitas vezes nada mais faz do que “matar o tempo”, logo que ele volta as costas. Não há empresa que não esteja despendindo pessoal que se mostre incapaz de zelar pelos seus interesses, a fim de substituílo por outro mais apto. E este processo de seleção por eliminação está se operando incessantemente, em tempos adversos, com a única diferença que, quando os tempos são maus e o trabalho escasseia, a seleção se faz mais escrupulosamente, pondo-se fora, para sempre, os incompetentes e os inaproveitáveis. É a lei da sobrevivência do mais apto. Cada patrão, no seu próprio interesse, trata somente de guardar os melhores – aqueles que podem levar uma mensagem a Garcia.

Conheço um homem de aptidões realmente brilhantes, mas sem a fibra precisa para gerir um negócio próprio e que ademais se torna completamente inútil para qualquer outra pessoa, devido à suspeita insana que constantemente abriga de que seu patrão o esteja oprimindo ou tencione oprimi-lo. Sem poder mandar, não tolera que alguém o mande. Se lhe fosse confiada uma mensagem a Garcia, retrucaria provavelmente: “Leve-a você mesmo”.

Hoje este homem perambula errante pelas ruas em busca de trabalho, em quase petição de miséria. No entanto, ninguém que o conheça se aventura a dar-lhe trabalho porque é a personificação do descontentamento e do espírito de réplica. Refratário a qualquer conselho ou admoestação, a única cousa capaz de nele produzir algum efeito seria um bom pontapé dado com a ponta de uma bota de número 42, sola grossa e bico largo.

Sei, não resta dúvida, que um indivíduo moralmente aleijado como este, não é menos digno de compaixão que um fisicamente aleijado. Entretanto, nesta demonstração de compaixão, vertamos também uma lágrima pelos homens que se esforçam por levar avante uma grande empresa, cujas horas de trabalho não estão limitadas pelo som do apito e cujos cabelos ficam prematuramente encanecidos na incessante luta em que estão empenhados contra a indiferença desdenhosa, contra a imbecilidade crassa e a ingratidão atroz, justamente daqueles que, sem o seu espírito empreendedor, andariam famintos e sem lar.

Dar-se-á o caso de eu ter pintado a situação em cores demasiado carregadas? Pode ser que sim; mas, quando todo mundo se apraz em divagações quero lançar uma palavra de simpatia ao homem que imprime êxito a um empreendimento, ao homem que, a despeito de uma porção de impecilhos, sabe dirigir e coordenar os esforços de outros e que, após o triunfo, talvez verifique que nada ganhou; nada, salvo a sua mera subsistência.

Também eu carreguei marmitas e trabalhei como jornaleiro, como, também tenho sido patrão. Sei portanto, que alguma cousa se pode dizer de ambos os lados.

Não há excelência na pobreza de per si; farrapos não servem de recomendação. Nem todos os patrões são gananciosos e tiranos, da mesma forma que nem todos os pobres são virtuosos.

Todas as minhas simpatias pertencem ao homem que trabalha conscienciosamente, quer o patrão esteja, quer não. E o homem que, ao lhe ser confiada uma carta para Garcia, tranquilamente toma a missiva, sem fazer perguntas idiotas, e sem a intenção oculta de jogá-la na primeira sarjeta que encontrar, ou praticar qualquer outro feito que não seja entregá-la ao destinatário, esse homem nunca, fica “encostado” nem tem que se declarar em greve para, forçar um aumento de ordenado.

A civilização busca ansiosa, insistentemente, homem nestas condições. Tudo que um tal homem pedir, ser-lhe-á de conceder. Precisa-se dele em cada cidade, em cada vila, em cada lugarejo, em cada escritório, em cada oficina, em cada loja, fábrica ou venda. O grito do mundo inteiro praticamente se resume nisso: Precisa-se, e precisa-se com urgência de um homem capaz de levar uma mensagem a Garcia.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Qual a maneira mais adequada de agir quando se recebe uma bronca ou um elogio?

Para especialista, reagir de maneira adequada, nas horas boas e ruins, mostra maturidade do profissional
O elogio e a bronca são comuns no mundo corporativo. Mas nem todos os profissionais sabem agir corretamente quando recebem uma crítica ou quando tem o seu desempenho reconhecido.

Com certeza, receber um elogio é muito mais fácil do que uma bronca, mas, para que o sucesso e o reconhecimento não "subam a cabeça", é necessário ter o pés no chão. É o que afirma a especialista em Gestão de Pessoas e Carreiras e professora do Ibmec do Rio de Janeiro, Janaina Ferreira.

Segundo a especialista, quem recebe um elogio deve ser humilde em reconhecer que o desempenho foi bem-sucedido porque teve a ajuda de outras pessoas. "Ninguém faz nada sozinho, por isso, neste momento, é importante agradecer e dividir os méritos com as pessoas que o ajudaram".

Elogio por e-mail

Este comportamento é adequado tanto para os elogios feitos pessoalmente ou por escrito como por e-mail. No segundo caso, a professora aconselha que o profissional responda da mesma maneira, copiando os colegas/chefe que participaram do trabalho. "Para um cliente, isso é muito simpático, mostra um lado muito positivo da empresa".

Além de ajudar a imagem da empresa frente a clientes, parceiros e fornecedores, quem divide "suas glórias" acaba estimulando o trabalho em equipe, potencializa a cooperação e aumenta a motivação entre a equipe. "É uma sementinha que é plantada".

Mas nem tudo são flores

Já no caso da bronca, Janaina acoselha que a pessoa não reaja de imediato, porque estará abalada emocionalmente. "Ninguém gosta de ter seu ponto fraco exposto. Nossa cultura não nos ensina sobre isso".

A dica da especialista é que o profissional escute o que o gestor tem a dizer e diga que gostaria de um tempo para pensar sobre isso. Neste período, ele deve pensar quais razões motivaram o feedback negativo e como ele pode resolver para aquela situação não se repetir.

Vale destacar que este momento não é para se justificar e se defender. "Seja sincero e reconheça em que ponto errou". Após esta análise sincera, chame o líder para conversar e dê o seu parecer. Se a pessoa não souber resolver a questão sozinha, inclua o chefe neste processo. "Se você não sabe pergunte: como você faria?".

Terceira opinião

Durante este período de autorreflexão, o colaborador pode conversar com outras pessoas para pedir a opinião. Neste caso é fundamental que o colega tenha maturidade profissional e seja sincero; também tem de ser uma pessoa de confiança, para não motivar a fofoca dentro da empresa. "Existem pontos cegos, como os defeitos que não conseguimos ver, por isso, outra opinião é importante".

Se a pessoa concordar, é sinal de que o profissional precisa rever a sua postura, o que ajudará muito no seu crescimento profissional. "A bronca pode ser um presente, se for bem utilizada. Se a pessoa souber reagir bem e mudar a situação, com certeza será reconhecida pelo chefe".